O estado de conservação de um prédio revela sinais de como anda sua estrutura. Algumas vezes são feitos serviços com mão-de-obra não qualificada. O serviço mal feito consiste apenas em remover o concreto desprendido, lixar o ferro, pinta-lo com zarcão e chapar-lhe uma "massa forte".

 

O resultado é que o concreto em pouco tempo volta a desprender-se. A armadura continua a se deteriorar e um novo serviço de execução será contratado. Isso pode ser evitado através da contratação do serviço de um especialista.

Para cada situação existe uma orientação terapêutica diferente. O tipo da fissura deve ser analisado, a profundidade do concreto danificado, a seção da armadura corroída. Não é à toa que serviços prestados por mão-de-obra desqualificada precisem ser refeitos todos os anos.

 

A A5 desenvolve um estudo completo das manifestações patológicas, indicando a provável causa e provável solução, descrevendo com muita clareza o problema inclusive através de calculo estrutural.

 

laudos estruturais
quando chamar um especialista?

Calculo Estrutural e Projeto de Instalações. calculo estrutural, projeto de instalacoes, projeto eletrico, mezanino metalico, calculista de estruturaCalculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, calculo estrutural, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes, projeto de instalacoes 

tipos comuns de manifestações patológicas e suas causas
O que é manifestação higroscópica?

As mudanças higroscópicas provocam variações dimensionais nos materiais porosos que integram os elementos e componentes da contrução; O aumento do teor de umidade produz uma expansão do material enquato a diminuição desse teor provoca uma contração.

 

No caso da existência de vínculos que impeçam ou restrinjam essas movimentações poderão ocorrer fissuras nos elementos e componentes do sistema contrutivo.

 

A umidade, que causa a movimentação higroscópica,  pode ser proveniente de diversos fatores, dentre os quais cita-se a umidade resultante da produção dos componentes, a umidade proveniente da execução da obra, a umidade do ar, a umidade que vem dos fenômenos meteorológicos, e a umidade do solo.

 

Cada material possui uma umidade hidroscópica de equilíbrio. De acordo com Enio José Verçoza, em seu livro Patologia das Edificações, as variações no teor de umidade provocam movimentações nos materiais. Estas movimentações podem ser do tipo reversível ou irreversível.

 

O concreto por exemplo tem em sua fabricação uma grande quantidade de perda de água. Completada esta contração inicial, o material, sujeito a diferentes teores de umidade, apresenta movimentações que ficam delimitadas dentro de um certo intervalo, ou seja, ainda que o concreto seja completamente saturado, ele jamais retornará ao seu volume inicial.

 

 

Uma das causas comuns para uma fissura no canto de abertura de esquadrias se dá pela movimentação. As trincas provocadas por tais movimentações podem variar em função das propriedades higrotérmicas do materiais e das amplitudes de variação da temperatura ou umidade.

 

As movimentações higroscópicas podem originar destacamento entre os componentes da alvenaria e argamassa de assentamento. Estes destacamento ocorre em função de inúmeros fatores, dentre os quais os principais são: aderência entre argamassa e componentes da alvenaria, tipo de junta adotada, módulo de deformação entre materiais adotados, propriedades higroscópicas desses materiais e intensidade da variação da umidade.

 

Os ciclos de umedecimento e secagem das argamassas de revestimento, com deficiente impermeabilização de superfície originam inicialmente a ocorrência de micro-fissuras na argamassa. Através destas microfissuras ocorrerão penetrações cada vez maiores, acentuando-se progressivamente as movimentações e a consequente incidência de fissura no revestimento.

 

A fissuração dos revestimentos em argamassa será mais acentuada em regiões onde, por qualquer motivo, ocorra maior incidência de água. Os peitoris, as saliências e outros detalhes de fachada têm, por exemplo, a função básica de interromper os fluxos de água que escorrem pela parede, defletindo-os para fora da construção; contudo, caso esses detalhes não tenham sido bem executados, poderão causar problemas.

 

Ainda por causa de movimentações higroscópicas, trincas horizontais nas paredes podem aparecer, onde a impermeabilização dos alicerces foi mal executada. Neste caso, os componentes de alvenaria que estão em contato direto com o solo absorvem sua umidade, apresentando movimentações diferenciadas em relação às fiadas superiores que estão sujeitas à insolação direta e à perda de água por evaporação. Essas trincas podem ser acompanhadas de eflorescências.

A atuação de sobrecargas pode produzir a fissuração de componentes estruturais, tais como pilares, vigas e paredes. Essas sobrecargas atuantes podem ter sido consideradas no projeto estrutural, caso em que a falha decorre da execução da peça ou do próprio cálculo estrutural, como pode também estar ocorrendo a solicitação da peça por uma sobrecarga superior á prevista. Vale frisar ainda que não raras vezes pode-se presenciar a atuação de sobrecargas em componentes sem função estrutural geralmente pela deformação da estrutura resistente do edifício ou pela sua má utilização.

 

Assim sendo, considera-se como sobrecarga uma solicitação externa, prevista ou não em projeto, capaz de provocar a fissuração de um componente com ou sem função estrutural, com esse enfoque, serão consideradas apenas as sobrecargas verticais.

 

A atuação de sobrecargas, previstas ou não em projeto, pode produzir o fissuramento de componentes de concreto armado sem que isto implique, necessariamente, ruptura do componente ou instabilidade da estrutura; a ocorrência de fissuras num determinado componente estrutural produz redistribuição de tensões ao longo do componente fissurado e mesmo nos componentes vizinhos, de maneira que a solicitação externa geralmente acaba sendo absorvida de forma globalizada pela estrutura ou parte dela. Obviamente que este raciocínio não pode ser estendido de forma indiscriminada, já que existem casos em que é limitada a possibilidade de redistribuição das tensões, seja pelo critério de dimensionamento do componente, seja pela magnitude das tensões desenvolvidas ou, ainda, pelo próprio comportamento conjunto do sistema estrutural adotado.

 

Em trechos contínuos de alvenarias solicitadas por sobrecargas uniformemente distribuídas, podem surgir trincas típicas, provenientes da deformação transversal da argamassa sob ação das tensões de compressão, ou da flexão local dos componentes de alvenaria. Podem ainda surgir trincas provenientes da ruptura pó compressão da própria argamassa de assentamento, ou ainda de solicitações de flexo-compressão das paredes.

 

A atuação de sobrecargas localizadas também podem provocar a ruptura dos componentes de alvenaria na região de aplicação da carga e/ou aparecimento de fissuras inclinadas a partir do ponto de aplicação.  Em função da resistência à compressão dos componentes de alvenaria é que poderá predominar uma ou outra das anomalias citadas.

 

Nos painéis de alvenaria onde existem aberturas, trincas formam-se a partir dos vértices dessa abertura e sob o peitoril; teoricamente, em função do caminhamento das isostáticas de compressão.

 

Essas trincas, entretanto, poderão se manifestar segundo diversas configurações, em função da influencia de uma gama enorme de fatores intervenientes, tais como: dimensões do painel de alvenaria, dimensões da abertura, posição que a abertura ocupa no painel, dimensões e rigidez de vergas e contra-vergas, dentre outros.

O que são movimentações devido a sobrecargas?

A capacidade de carga e a deformabilidade dos solos não são constantes, sendo função dos seguintes fatores mais importantes:

 

-tipo e estado do solo (areia nos vários estados de compacidade ou argilas nos vários estando de Consistência):

-disposição do lençol freático;

-intensidade da carga, tipo de fundação (direta ou profunda) e cota de apoio da fundação:

-dimensões e formato da placa carregada (placas quadradas, retangulares, circulares);

-interferência de fundações vizinhas.

 

Os solos são constituídos basicamente por partículas sólidas, entremeadas por água, ar e não raras vezes material orgânico. Sob efeito de cargas externas todos os solos, em maior ou menos proporção se deformam. No caso em que estas deformações sejam diferenciadas ao longo do plano das fundações de uma obra, tensões de grande intensidade serão introduzidas na estrutura da mesma, podendo gerar o aparecimento de trincas.

 

Se o solo for uma argila dura ou uma areia compacta, os recalques decorrem essencialmente de deformações por mudança de forma, função da carga atuante e do módulo de deformação do solo. No caso dos solos fofos e moles os recalques são basicamente provenientes da sua redução de volume, já que a água presente no bulbo de tensões das fundações tenderá a percolar para regiões sujeitas a pressões menores.

        

Denomina-se “consolidação” ao fenômeno de mudança de volume do solo por percolação da água presente entre seus poros. Para os solos altamente permeáveis como areias, a consolidação e, portanto, os recalques acontecem em períodos de tempo relativamente curtos após serem solicitados; já para os solos menos permeáveis, como argilas, a consolidação ocorre de maneira bastante lenta, ao longo de vários anos. Mesmo camadas delgadas de argila entre maciços rochosos estarão sujeitas a esse fenômeno.

 

Para as fundações diretas a intensidade dos recalques dependerá não só do tipo de solo, mas também das dimensões do componente da fundação. Para as areias, onde a capacidade de carga e o módulo de deformação aumentam rapidamente com a profundidade, existe a tendência de que os recalques ocorram com a mesma magnitude, tanto para placas estreitas quanto para placas mais largas.

 

Para os solos com grande coesão (49), onde os parâmetros de resistência e deformabilidade não variam tanto com a profundidade, pode-se raciocinar hipoteticamente que uma sapata com maior área apresentará maiores recalques que uma outra, menor, submetida a mesma pressão, pois o bulbo de pressões induzidas no terreno na primeira sapata alcança maior profundidade.

 

Na realidade o módulo de deformação Es do solo e a própria profundidade de influência da fundação variam com uma série de propriedades do solo principalmente com a estratificação de camadas, a massa específica do solo e eventuais estados de pré-adensamento. Em razão disse, a predição do verdadeiro módulo de deformação e, em conseqüência, a avaliação do recalque ocorrerá na sapata carregada é tarefa bastante difícil.

 

Para fundações profundas onde, até bem pouco tempo, supunha-se não serem importantes os recalques diferenciados, a prática vem demonstrando que existem situações particularmente desfavoráveis, onde podem ocorrer recalques bastante significativos.

 

De maneira geral, as fissuras provocadas por recalques diferenciados são inclinadas, confundindo-se às vezes com as fissuras provocadas por deflexão de componentes estruturais.

 

Em relação às primeiras, contudo, apresentam aberturas geralmente maiores, “deitando-se” em direção ao ponto onde ocorreu o maior recalque. Outra característica das fissuras provocadas por recalques é a presença de esmagamento localizados, em forma de escamas, dando indícios das tensões de cisalhamento que as provocaram; além disso, quando os recalques são acentuados, observa-se nitidamente uma variação na abertura da fissura.

 

Em alguns casos podem-se identificar perfeitamente as fissuras de flexão partindo do peitoril da janela, aproximadamente a meio comprimento da abertura.

 

As variações de umidade do solo, principalmente no caso de argilas, provocam alterações volumétricas e variações no seu módulo de deformação, com possibilidade de ocorrência de recalques localizados. Estes recalques diferenciados, bastante comuns por causa da saturação do solo pela penetração de água de chuva nas vizinhanças da fundação, podem também ocorrer pela absorção de água por vegetação localizada próxima á obra.

 

Como regra geral, as aberturas das fissuras provocadas por recalques serão diretamente proporcionais à sua intensidade; a estruturação do edifício e todas as demais condições de contorno, entretanto, têm influência também direta na dimensão da fissura e na extensão do problema. 

 

 

Bibliografia para os textos do site:

 

MANUAIS:

REABILITAÇÕES DE EDIFICAÇÕES

Adriano Fortes

 

MANUAL TÉCNICO DE RECUPERAÇÃO DE ESTRUTURAS

Vedacit

 

LIVROS:

PATOLOGIAS DAS EDIFICAÇÕES

Norberto B. Lichtenstein

 

PATOLOGIA DAS EDIFICAÇÕES

Enio José Verçoza

Fissuras causadas por recalque de fundações?
projeto de reforço estrutural com estrutura metálica